A opção do Governo vai ser a de duplicar o atual IP3 Viseu-Coimbra

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Numa reunião realizada esta sexta-feira, dia 20 de abril, que contou com a presença do ministro Pedro Marques, com os autarcas da região, pertencentes às comunidades intermunicipais atravessadas pelo IP3, que contou com a presença da presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, foram apresentadas as três alternativas para solucionar o IP3 na sua ligação Viseu Coimbra.

E a opção que o Governo admite é a da duplicação integral, também aquela que representa um investimento mais baixo, na ordem dos 130 milhões de euros e que se poderia ainda ter início no corrente ano. Esta solução contempla a duplicação do atual traçado (duas faixas em cada sentido) em 85% do trajeto quando atualmente essa duplicação só cobre 21%. Ou seja dos atuais 75 km que separam o nó de Souselas do nó de Viseu, cerca de 64 km terão quatro faixas e dos restantes 11 km, 9km, terão 3 faixas (2+1) e em 2 km só haverá duas faixas (1+1) devido aos problemas morfológicos e geológicos na zona da livraria do Mondego, em Penacova e nas margens da bacia da Aguieira.

Sobre esta reunião de trabalho em foi apresentada a solução para o IP3, o presidente do Conselho da Região, João Azevedo, referiu que iremos “ter uma solução de grande qualidade de tráfego e de segurança”.

As outras duas opções, traçadas pelas Infraestruturas de Portugal, são mais caras. Concessionar o IP3 com portagens representaria um investimento de 265 milhões e a nova autoestrada paralela ao IP3 custaria cerca de 300 milhões de euros.

Esta opção, que será aquela que reúne o agrado o Governo, será efetuada com financiamento exclusivamente público.

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