Abertas as candidaturas para a plantação de Espécies Florestais Autóctones

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Projeto Floresta Comum disponibiliza 211.125 Plantas Florestais Autóctones*

As vantagens em melhorar a composição da floresta portuguesa, com recurso a espécies autóctones como carvalhos, medronheiros, castanheiros ou sobreiros, etc, são evidentes. Estas espécies estão mais adaptadas às condições climáticas locais, sendo por isso mais resistente a pragas, doenças, longos períodos de seca ou de chuva intensa. Contribuem ainda para a mitigação das alterações climáticas e são mais resistente a essas mesmas alterações, bem como aos incêndios florestais.

O projeto Floresta Comum, abriu um novo período de candidaturas à Bolsa Nacional de Espécies Florestais Autóctones, que decorre até 30 de Setembro. As plantas estão disponíveis nos 4 viveiros do ICNF, I.P. – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, para a próxima época de (re)arborização, que decorre de novembro de 2017 a fevereiro de 2018.

Contando com uma disponibilidade inicial de 211.125 plantas de 48 espécies florestais autóctones, as candidaturas estão abertas a todas as entidades que tenham responsabilidade de gestão de terrenos públicos ou comunitários (baldios).

Com 7 edições, o projeto Floresta Comum disponibilizou até ao momento, mais de 647.737 plantas de 60 espécies autóctones, com uma evolução de 53 mil na campanha de 2012/13, para 201 mil na campanha de 2016/2017. A última época de (re) arborização decorreu entre novembro de 2016 e março de 2017.

Estas ações de (re)arborização tem tido grande o envolvimento  dos Municípios e Juntas de Freguesia, pelo que o projeto considera futuramente, constituir também uma bolsa de plantas para os terrenos privados.

(…)

[* Para continuar a ler: Noctula]

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