A infinita paciência.

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Carlos Cunha: Colaborador Dão e Demo

Por: Carlos Cunha

Perante as dificuldades diárias que os viseenses têm de enfrentar, somos levados a afirmar que a Câmara Municipal de Viseu sofre de uma clara discrepância com a realidade que passamos a explicar.

A autarquia viseense preocupa-se em causar boa impressão quando participa e promove Viseu em eventos de renome internacional, parecendo nunca faltarem os recursos para tal.

Já em relação aos problemas do dia a dia, a tendência é o adiamento da resolução dos mesmos. Ilustramos esta afirmação com dois exemplos esclarecedores: a Mata do Fontelo, onde a ineficácia da Câmara se sente na incapacidade para remover os galhos e as árvores caídas desde a última tempestade que assolou a cidade em Novembro.

A outra situação ocorre na aproximação à Rotunda Carlos Lopes, onde um estreitamento da via, causado por uma derrocada de pedras origina, há mais de um mês, constrangimentos na fluidez do trânsito automóvel e na paciência dos automobilistas viseenses.

Estes são apenas dois exemplos da ineficácia governativa que paira no Rossio, devendo a mesma servir para que se reflita se este executivo é merecedor do enorme voto de confiança concedido pelos viseenses a Almeida Henriques nas últimas eleições autárquicas através de uma maioria absoluta, que o autarca não parece merecer.

Quando passear pela Mata do Fontelo ou ficar preso no estreitamento da via junto à Rotunda Carlos Lopes, lembre-se que há responsáveis por isso!

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