De visita a Oliveira de Frades e Vouzela, António Costa enalteceu a resistência e o esforço dos empresários

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Na sequência da visita a Oliveira de Frades e a Vouzela, António Costa referiu que há empresas a “renascer” e outras que preparam o regresso ao trabalho “em pleno”.

A deslocação do primeiro ministro teve lugar esta terça feira dia 14 de novembro, tendo visitado várias empresas afetadas pelos incêndios de 15 de outubro, mostrando-se impressionado com a capacidade de resistência e de reconstrução por parte dos empresários afetados.

Numa visita à Toscca, empresa de produção de equipamentos e mobiliários em madeira, que ardeu completamente, com prejuízos de 10 milhões de euros, mas que já retomou a atividade em instalações emprestadas, com 31 dos seus 52 trabalhadores em instalações emprestadas, António Costa referiu que “esta empresa que vimos ali com os ferros todos retorcidos está aqui a renascer, com novo equipamento a ser instalado, já a laborar e com uma determinação muito clara de até ao dia 15 de Outubro do próximo ano estar a inaugurar novas instalações”.

O primeiro ministro acrescentou ainda que “há ainda uma empresa ao lado, a Carmo que vai, em Abril ou Maio, estar a trabalhar em pleno em novas instalações”.

“Graças ao esforço dos empresários, dos autarcas e também aos mecanismos de apoio que foram sendo construídos estamos a conseguir reconstruir e isso é que é fundamental, o país mobilizar-se para a reconstrução”, frisou o primeiro-ministro.

De seguida António Costa deslocou-se ao concelho de Vouzela onde visitou duas casas em reconstrução, uma em Seixa e outra em Adsamo, que implicam investimentos de 110 e 40 mil euros, respetivamente.

Em Vouzela, António Costa garantiu aos jornalistas que o Governo tem estado a trabalhar ”desde a primeira hora com os autarcas e as comissões de coordenação regional, não só no combate aos incêndios como na reconstrução” e que “a reconstrução não começou hoje, a reconstrução está a verificar-se porque foram tomadas medidas que estão no terreno”.

Segundo António Costa as maiores dificuldades estão na dimensão desta calamidade que atingiu o nosso país e que só na região Centro, afetou mais de 2000 casas de primeira e de segunda habitação, em 36 concelhos, o que exige um elevado esforço “de recursos humanos e financeiros”.

Foto: CMTV

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