É de Sátão, tem 19 anos e joga na seleção nacional de rugby.

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António Cunha (Foto: Inês Casal Ribeiro)

António Cunha, nasceu em Sátão há 19 anos e hoje é estudante de engenharia, conciliando, em Coimbra, os estudos com o rugby, integrando a seleção nacional de sub 20.

É deste jovem que hoje lhe falamos na nossa coluna DITO NAS REDES, trazendo aos nossos leitores um artigo que foi publicado, esta quarta-feira, dia 20 de fevereiro, no jornal A Cabra, jornal editado pela seção de jornalismo da Associação Académica de Coimbra e assinado por Paulo Cardoso e Inês Casal Ribeiro.

Eis o teor do artigo publicado no site acabra.pt:

António Cunha, jogador da Secção de Rugby da Associação Académica de Coimbra (SR/AAC) é natural da cidade do Satão, em Viseu, e tem 19 anos. O seu percurso desportivo iniciou-se aos sete anos na AAC, onde completou todos os escalões de formação. Estuda Engenharia Mecânica na Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra (FCTUC) e estreou-se na equipa da seleção nacional sub-20 no jogo com o Canadá.

O atleta considera que o jogo contra o Canadá “não foi fácil”. António Cunha esperava que os adversários estivessem “fisicamente mais bem preparados”, o que permitiu aumentar a qualidade do jogo. Em relação à convocatória, o presidente da SR/AAC, Paulo Picão assume-a como “um mérito do jogador, porque é fruto do trabalho que tem sido desenvolvido ao longo dos anos”.

Paulo Picão enfatiza que é “um orgulho enorme ter ajudado o atleta a concretizar o sonho de representar o país”. Por sua vez, António Cunha afirma estar feliz por defender as cores de Portugal. “É bom estarmos entre os escolhidos e que valorizem o nosso trabalho”, acrescenta o jogador. O atleta da Secção de Rugby da AAC participou, há dois anos, no Campeonato Europeu Sub-18, no qual enfrentou a França, os Estados Unidos da América e o Japão.

Segundo o atleta, a seleção nacional de sub-20 tem realizado um bom trabalho para demonstrar o seu valor e sente que é “combativa e tem muita raça dentro de campo”. Destaca que são bem recebidos no estrangeiro, ainda que sejam considerados “uma seleção com uma estrutura física inferior e desvalorizada por alguns”.

António Cunha revela que a sua relação com o técnico da SR/AAC é boa e reconhece que ele “tem trazido profissionalismo à Académica, estando a prova na conquista da Taça de Portugal na época passada”. O atleta lamenta que “a modalidade não receba a devida atenção”. Paulo Picão suporta esta ideia ao afirmar que a “academia não está preparada para apoiar os atletas porque não se aplica um apoio indiferenciado, como acontece noutros países”.

Para ler o artigo na íntegra: A Cabra.

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