Viseu | Festival KARMA IS A FEST prossegue esta semana | Programa de 15 a 18 de maio

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O Festival Karma is a fest iniciou-se a 3 de maio e terminará a 1 de junho. De seguida deixamos-lhe o programa desta semana.

15 de Maio

10h30m/ Internato Vítor Fontes/ A VOZ DO ROCK

16 de Maio

22h00m/ Carmo’81/ DOC’S ANTENA 3 Uma espécie de punk (60”)

17 de Maio

22h30m/ Carmo’81/ THE DIRTY COAL TRAIN

23h45m/ Carmo’81/ DJ Set – César Zembla

 

TOUR DE 3 APRESENTAÇÕES: A VOZ DO ROCK

15 de Maio/ 10h30m/ Internato Vítor Fontes

Composto na sua maioria por octogenários de Viseu, A Voz do Rock é uma performance musical que, acima de tudo, celebra o prazer da partilha musical.

DOC’S ANTENA 3

Uma espécie de punk (60”)

16 de Maio/ 22h00m/ Carmo’81

O punk chegou há 41 anos a Portugal, ao som dos Sex Pistols, Clash e Ramones.

Num país conturbado, a descobrir a liberdade e ainda à procura de identidade, o respeitinho era muito lindo e “Fado, Fátima e Futebol” eram os desígnios nacionais. O Punk foi a resposta que muitos jovens procuravam: música imediata, discurso anarquista e roupa a condizer igual a pontapé no conformismo.

O primeiro hino do punk nacional foi “Há que violentar o sistema”, mas à nossa maneira…

Um filme Antena3Docs de Rui Portulez e António Sabino estreado em 2017, com Aqui del Rock, Minas & Armadilhas, Faíscas, Xutos & Pontapés, Mata-Ratos, Peste&Sida, É M’as Foice, Bastardos do Cardeal, António Sérgio, Paulo Eno, Ondina Pires, Cães da Morte, Renegados de Boliqueime, entre outros.

THE DIRTY COAL TRAIN

17 de Maio/ 22h30m/ Carmo’81

São um power trio de instrumentos amaldiçoados que debitam decibéis de inspiração no DIY do punk, no garage dos 60 e no cinema de série B onde coabitam com monstros, vampiros, psicopatas, ovnis e demais parafernália.

Depois de  cinco álbuns, uma compilação, splits com outras bandas e cinco singles promovidos com datas pela Europa e América do Sul, a banda começa agora a sua tour de promoção aPrimitive, disco que marca o regresso à produção rock mais crua e imediata depois da aventura sonora de Portuguese Freakshow. Gravado em São Paulo, Brasil num registo quase “ao vivo em estúdio” com o grande Luís Tissot (guru do garage punk brasileiro) e novamente lançado em parceria com a Groovie Records mas desta vez junto com a Hey Pachucho! records e Vinyl Experience.

Esperem os habituais espectáculos ao vivo suados e enérgicos que se tornaram imagem de marca.

Garage Punk com Surf & rock & roll nu, cru e directo como o género exige!

DJ SET CÉSAR ZEMBLA

17 de Maio/ 23h45m/ Carmo’81

DADA GARBECK

18 de Maio/ 22h30m/ Carmo’81

Dada Garbeck, também conhecido como Rui Souza, desenha camadas como sedimentos: cada loop inscreve-se na memória, e por lá fica enquanto os synths assentam em novas paragens, com novas texturas. The Ever Coming ouve-se num processo semelhante ao de cortar uma montanha e identificar-lhe as camadas, de cor em cor, de acorde em acorde, de progressão em sensação. Cada melodia anteriormente desenhada assenta e harmoniza-se com a próxima, criando a ilusão de sempre terem pertencido ao mesmo espaço, apesar de habitarem momentos diferentes.

Sinopse.

O disco de estreia do vimaranense, editado com selo da Revolve, vive deste crescendo de diferentes materiais, partindo de um namoro constante com as possibilidades de um sintetizador e construindo por cima das notas que precederam as melodias de agora. “This is not Mysanthropy” estabelece a base de todo o disco, para se assoberbar em múltiplas direcções melódicas e rítmicas em “Comfortable Nap in Chaos”; segue-se a voz, que se insinua ora em murmúrio, ora em field recording, até ser o foco de todas as atenções de “Kali Yuga or the Ever Coming”.

The Ever Coming não existe em excessos, em que cada novo momento pertence a uma narrativa intricada, em que tons expressionistas, intensos em sensibilidades, preenchem os espaços que a sobeja não tomou.

GALA DROP

18 de Maio/ 23h45m/ Carmo’81

Os Gala Drop são uma incansável e em constante desenvolvimento aventura musical – um caso de paixão pela matéria que trabalham – que se inspiram em sons e vibrações de diferentes lugares e épocas, e tentam pelo poder da imaginação transformada em música transmitir-nos esperança num presente colectivo melhor.

Qualificados como autores de um ‘rainforest futurism’ pelo crítico britânico Matthew ‘Woebot’ Ingram, a sua discografia é dividida entre EPs e LPs, publicada no seu selo editorial GDR e na nova-iorquina Golf Chanel Recordings. A banda iniciada há mais de uma década em Lisboa é hoje composta por Afonso Simões (bateria), Nelson Gomes (sintetizadores), Rui Dâmaso (baixo) e Guilherme Canhão (guitarra e sintetizador).

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