IP3: Contrato de 11,6 milhões foi assinado – Obras vão arrancar após visto do Tribunal de Contas

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(Foto: IP)

Foi assinado nesta sexta-feira, 18 de janeiro, com a presença de António Costa, o contrato de empreitada da primeira fase de intervenção no IP3, num investimento de 11,8 milhões e com um prazo de execução de 11 meses.

A cerimónia teve lugar no nó da Lagoa Azul, em Mortágua, e nesta primeira fase vai ser alvo de intervenção o troço entre os nós de Penacova e o nó da Lagoa Azul.

O contrato foi assinado entre a Infraestruturas de Portugal e o consórcio Embeiral/ACA (Alberto Couto Alves) e vai permitir, nas palavras do ministro Pedro Marques “começar o princípio do fim” no IP3, obras há muito reivindicadas, entre Viseu e Coimbra e que agora se iniciam num dos troços mais problemáticos do IP3.

As obras terão início dentro “de poucas semanas ou meses”, referiu António Costa, assim que tiver o aval do Tribunal de Contas, e, assim sendo, cumprindo-se os prazos, nos primeiros meses de 2020 esta empreitada estará concluída, face aos 330 dias de prazo. Acrescentou que esta obra vai “ser financiada por recursos próprios do país com capitais públicos e isto é possível porque o país dispõe das condições financeiras que lhe permitem não estar a cortar no investimento mas podermos estar a aumentar o investimento”.

António Laranjo, o presidente da IP, explicou que, com a intervenção que foi delineada para o IP3, esta via ter, depois de concluídas todas as obras, cerca de 85% do percurso entre Viseu e Coimbra com perfil de autoestrada, sendo eliminados, ainda segundo o presidente da IP, todos os cruzamentos de nível em todo o percurso, colocação de separadores centrais e intervenções em taludes.

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