José Tomás tomou posse para mais um mandato como provedor da Misericórdia de Mangualde.

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Posse de José Tomás (Foto: Dão e Demo)

José Tomás foi (re)empossado nesta sexta-feira, dia 11 de janeiro, como provedor da Misericórdia de Mangualde para mais um mandato de quatro anos e que agora se inicia.

Victor Gomes, o presidente da mesa da assembleia geral cessante e também reeleito para novo mandato, conferiu, nesta sexta-feira, posse aos órgãos sociais da Misericórdia de Mangualde numa cerimónia que teve lugar no lar Nossa Senhora do Amparo ante um vasto leque de irmãos da misericórdia, de convidados e utentes. De destacar a presença do bispo de Viseu, D. António Luciano, do comandante distrital da GNR, coronel Vítor Rodrigues, e dos autarcas de Mangualde, desde a presidente da Assembleia Municipal, ao vice-presidente da autarquia e vereadores, bem como do presidente da união de freguesias de Mangualde, Mesquitela e Cunha Alta, entre tantos outros.

Depois de assinado por todos o termo de posse, Victor Gomes dirigiu-se aos presentes para os saudar, agradecer a presença e desejar votos de um excelente mandato. Referiu-se ainda aos 406 anos que a Misericórdia de Mangualde irá celebrar no dia 6 de março.

De seguida coube ao provedor, José Tomás, traçar a linha de rumo para o futuro, elencando alguns dos principais projetos que a sua equipa irá implementar sem esquecer que na base de todo o trabalho “estarão sempre os utentes da instituição” e daí que tenha a “responsabilidade de garantir serviços de excelência e especializados nos lares, na unidade de cuidados continuados e na creche”.

O provedor quis, igualmente, deixar bem evidenciada “a grande responsabilidade social que a instituição tem no concelho e na região” ao referir que “tem 150 colaboradores, 230 utentes e 3 milhões de gestão anual”.

E face a esta responsabilidade social “temos que sustentar o nosso trabalho futuro em alguns pilares”, referiu o provedor, destacando os da “garantia de serviços de excelência aos utentes, da valorização e motivação dos recursos humanos e da conservação manutenção e reabilitação das infraestruturas e do património edificado”.

José Tomás ainda abordou, a encerrar, as obras em curso e aquelas que irão ser efetuadas, quer no monte da senhora do Castelo quer na própria capela, na Igreja da Misericórdia, ou no lar Morgado do Cruzeiro, ou na unidade de cuidados continuados, “sem nunca perder de vista a sustentabilidade económica”.

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