Monney Paiva é o novo presidente do Politécnico de Viseu

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Do Jornal do Centro retiramos a notícia que se segue referente à eleição de Monney Paiva como o novo presidente do Instituto Politécnico de Viseu.

Eis o teor integral da notícia publicada a 6 de julho no site do Jornal do Centro:

«João Monney Paiva é o novo presidente do Politécnico de Viseu. O professor na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu ganhou as eleições que decorreram na tarde de hoje [dia 6 de julho]. Obteve 15 votos, enquanto que José Costa, o outro candidato, recebeu apenas 13.

Dos 30 elementos que compõem o Conselho Geral daquela instituição de ensino superior votaram 28. A diretora do Centro de Emprego de Viseu faltou ao ato eleitoral e o presidente do Conselho Geral, Correia de Campos, não votou como impõem os estatutos.

No momento em que é eleito, recordamos os cinco princípios de ação e as 10 linhas de ação imediata com que João Monney Paiva se apresentou como candidato à presidência do IPV.

5 PRINCÍPIOS

1. O IPV como local onde se promova a liberdade de pensamento e de ação (ao serviço de toda a comunidade, onde todos tenham oportunidade de desenvolver uma cidadania plena).

2. O IPV ao serviço da coesão social (apoiando estudantes com problemas económicos).

3. O IPV ao serviço das estratégias competitivas da região (alinhado com as estratégias regionais para o desenvolvimento e a internacionalização, parceiro activo nas redes regionais).

4. O IPV com uma política de ID&I e de prestação de serviços que promova a resolução de problemas e o aproveitamento de oportunidades.

5. O IPV com um funcionamento em cooperação interna entre as escolas e departamentos (combatendo a burocratização).

10 INICIATIVAS PARA A AÇÃO IMEDIATA:

1. Organização dos Estados Gerais do Ensino Politécnico.

2. Criação de ‘summer schools’ dirigidas a alunos portugueses e estrangeiros.

3. Criação duma rede regional de Escolas Secundárias/Profissionais articuladas com o IPV.

4. Estabelecimento dum Fundo de Apoio Social recorrendo a iniciativas de âmbito solidário (acorrendo a situações de emergência financeira extrema).

5. Criação de Serviços de Apoio às Artes e Tecnologias e às Atividades Desportivas que integrem, promovam, dinamizem e façam a gestão da produção artística, cultural e desportiva (colocando-as ao serviço do desenvolvimento de uma cultura de participação, integração e cooperação entre os estudantes).

6. Colocação em funcionamento dum serviço “IPV Solidário” (que apoie o voluntariado de âmbito nacional e internacional).

7. Integração em redes europeias de universidades (UASnet, UA- S4Europe, EURASHE [UAS+University Colleges], Smart Partnership for Regional Impact, Swiss Universities of Applied Sciences, Österreichische Fachhochschule Komferung).

8. Constituição duma Unidade de Missão para a Simplificação Administrativa participada por todas as unidades orgânicas (estabelecendo mecanismos e implantando uma cultura de simplificação de procedimentos e formalidades).

9. Definição de linhas estratégicas de ID&I.

10. Apoio a iniciativas de criação de projetos-piloto de aprendizagens ativas.»

Jornal do Centro

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