Monólogos de uma vida vão subir ao palco em Sátão, S.P.Sul e C.Daire

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Teatro Montemuro (Foto: Lionel Balteiro ©)

Sátão: 30 de novembro | S.P.Sul: 1 de dezembro | C.Daire: 8 de dezembro

Depois de Mangualde e Vila Nova de Paiva chegou agora a vez de os “Monólogos de uma vida”, do Teatro Montemuro, subirem ao palco em Sátão no dia 30 de novembro,  segue-se São Pedro do Sul, a 1 de dezembro e Castro Daire a 8 de dezembro.

Em Sátão o espetáculo terá lugar no cineteatro municipal às 21:30, em São Pedro do Sul será no cineteatro Jaime Gralheiro, também às 21:30 e em Castro Daire será no auditório do Centro Municipal de Cultura, também às 21:30.

Estes “Monólogos de uma vida” acontecem no âmbito do projeto “Rede Cultural Viseu Dão Lafões” que, segundo a CIMVDL, “decorre da aprovação da candidatura da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, ao concurso destinado a Programação Cultural em Rede, cofinanciado pelo Programa Operacional Regional – Centro 2020”.

Sobre a obra a rede cultural Viseu Dão Lafões refere:

Monólogos de uma Vida é a história de um homem que precisa de tomar uma decisão.

É a terceira oportunidade que tem de mudar a sua vida, encontrar o amor e realizar-se.

Reflete sobre a sua vida até esse momento…

A peça tem três partes:

Sísifo

Um rapaz de cabeça quente, vinte anos de idade, sente-se frustrado com as limitações da sua vida numa pequena aldeia. Um acontecimento numa feira faz ferver as suas frustrações que viram violência e o ressentimento congela-se no seu estômago como neve.

Ícaro

O rapaz conhece uma jovem de Lisboa e apaixona-se por ela. É uma oportunidade para sair da aldeia, viver em Lisboa e criar uma nova vida. Graças a uma combinação de infeliz coincidências e o seu feitio precipitado ele acaba por deixar Lisboa e o amor da sua vida e regressa à aldeia.

Perséfone

De volta para a vida na aldeia, torna-se um agricultor de sucesso, vê a mudança chegar à sua região e através das novas tecnologias ganha acesso a um mundo maior. A sua antiga amada contacta-o através do facebook. Encontram-se e o amor reacende, mas quando visita Lisboa apercebe-se de quanto gosta da sua vida na aldeia e da ligação que sente à comunidade.

Volta para a aldeia e confronta-se com a decisão que precisa de tomar.

Esta peça é um triângulo amoroso entre um homem, o amor da sua vida e a sua terra natal.

É contada por três performers, um actor, um bailarino e um músico.

Texto: Peter Cann

Encenação: Eduardo Correia

Movimento: Julieta Rodrigues

Cenografia e Figurinos: Maria João Castelo

Direção Musical: Carlos Adolfo

Interpretação: Abel Duarte, Carlos Adolfo e Filipe Moreira

Desenho de Luz: Paulo Duarte

Construção de Cenários: Carlos Cal e Maria da Conceição Almeida

Costureiras: Capuchinhas crl e Maria do Carmo Félix

Operação técnica: Paulo Duarte

Direção de Produção e Comunicação: Paula Teixeira

Direção de Cena: Abel Duarte

Cartaz: Maria João Castelo

Fotografia e Vídeo: Lionel Balteiro

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