PS Viseu acusa Almeida Henriques de política do “bate e beija” e oferece-lhe um retrovisor

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Através de comunicado, a Concelhia do PS Viseu diz que “o ilusionismo está na gestão autárquica de Viseu” e oferece “um retrovisor e um espelho a Almeida Henriques”, ele que pratica a política do “bate e beija”.

Esta posição da concelhia de Viseu do PS, liderada pela deputada Lúcia Silva, e divulgada esta quarta-feira, dia 9 de janeiro, surge na sequência do comunicado da câmara de Viseu em que acusou o ministro Pedro Marques de “mestre do ilusionismo” na sequência de uma deslocação que efetuou na semana passada a Mangualde para apresentar os descontos nas portagens para os transportes de mercadorias.

A concelhia do PS Viseu afirma que “o verdadeiro ilusionismo está na governança da CM de Viseu”, elencando um conjunto de aspetos da governação de Almeida Henriques que, segundo os socialistas sustentam a afirmação, como sejam o “a criação de eventos e cerimónias” para criar a ilusão de um “concelho que vive momentos áureos quando, na verdade, temos um executivo autárquico que apresenta a despesa efetiva superior à receita”, a “crescente entrega de serviços públicos a privados” e “o centro histórico e o comércio tradicional que continuam por revitalizar”.

E concluem, “afinal o verdadeiro ilusionismo está no executivo da CM de Viseu, em que AH quer transmitir a ideia de um “concelho maravilha”, e todos nós gostávamos que assim fosse, mas na verdade, é um concelho de imagem, fruto das políticas de imagem do atual executivo autárquico”.

Relativamente ao atraso nas obras no IP3, “o PS oferece um retrovisor a Almeida Henriques, pois o atual autarca, na passada legislatura do PSD/ CDS, foi Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, e nada fez para a resolução do IP3, e o governo PSD-CDS do qual ele fez parte, no final da legislatura, apenas deixou um Power Point com o nome “Via dos Duques””.

Finalmente a concelhia do Partido Socialista de Viseu “acrescenta que a redução das portagens para os transportes de mercadorias é mais uma medida integrada no programa de Valorização do Interior, do atual Governo, para manter o emprego e criar mais emprego”, referindo ainda que “todos nós ambicionamos que a redução das portagens seja no futuro mais abrangente, mas enquanto tal não acontece, o presidente da câmara municipal de Viseu deveria enaltecer a medida, mas infelizmente fica-se mais na política do parecer e não do fazer, fica-se na política do bate e beija, pois num dia está a criticar o governo, nos dia seguinte acompanha o governo e bate palmas”. E a encerrar o comunicado pergunta: “será este tipo de comportamento, “bate e beija”, um “ilusionismo” ou “troca-tintas?””

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