PSD e BE querem a certificação do heliporto do hospital de Lamego

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Os deputados do PSD eleitos por Viseu e o deputado Moisés Ferreira do BE conjuntamente com a concelhia de Lamego do BE e querem a resolução imediato a da certificação do heliporto do hospital de Lamego, uma vez que aquele não está em condições técnicas de poder receber voos, como aconteceu recentemente aquando da transferência de um doente de Lamego para o Porto, referem os dois partidos.

Esta situação foi despoletada com um recente acionamento do helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros para transportar um doente do hospital de Lamego para o Porto. E face ao facto de o heliporto do hospital não poder receber o voo do heli do INEM o doente teve que ser transportado em ambulância de Lamego para o Peso da Régua onde o helicóptero teve condições para aterrar, com todos os contratempos que daí sempre podem advir.

O PSD na pergunta ao Governo começa por referir que “das mais de três dezenas de heliportos localizados em hospitais nacionais, apenas o de Lamego e um outro não dispõem de qualquer tipo de certificação pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), estando, por isso, totalmente inoperacional e inativo seja para aterragens diurnas ou noturnas”.

Numa das perguntas colocadas o PSD questiona se “está o Ministério da Saúde e o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro disponível para envidar todos os esforços no sentido de operacionalizar e certificar o heliporto da Unidade Hospitalar de Lamego de molde a poder ser utilizado pelos helicópteros do INEM, 24 horas por dia?”

O BE de esquerda refere que “a certificação do heliporto de Lamego que, segundo a Administração do CHTMAD, não é necessária por ser um Serviço de Urgência Básico (SUB), pelos vistos foi necessária no passado sábado. O Núcleo Concelhio de Lamego e Comissão Coordenadora Distrital de Viseu do Bloco de Esquerda considera que pelo facto do Hospital de Lamego não ter meios diferenciados, por ser um SUB, faz todo o sentido ter o heliporto do Hospital ativo e operacional para conseguir com a maior brevidade possível encaminhar os doentes críticos para hospitais de referência onde se dê continuidade à prestação de cuidados”.

Esta situação foi também apresentada sob a forma de pergunta ao Governo pelo deputado Moisés Ferreira do BE.

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