Sátão e Mangualde vão ter consultas de saúde oral nos centros de saúde.

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(Foto: sns.gov.pt)

Sátão e Mangualde estão na linha da frente no que toca à implementação de consultas de saúde oral nos centros de saúde.

Este é resultado da assinatura a 18 de setembro, no Centro Cultural de Belém, de um protocolo com o Governo que prevê que até junho de 2019 pelo menos 30% dos municípios disponibilizem nos seus centros de saúde consultas de saúde oral. Genericamente a administração central disponibilizará instalações e pessoal especializado e os municípios colocarão ao serviço deste programa algum material, como cadeira de dentista, compressor e aparelho de raio x.

Da Região Centro foram 17 os municípios que assinaram o protocolo, dentre eles Sátão e Mangualde, e a nível nacional há, segundo fonte do ministério da saúde, mais de 60 consultórios,  sendo que 3 deles são no distrito de Viseu, em Carregal do Sal, Santa Comba Dão e Nelas e prevendo-se até final de 2018, segundo o site do ministério da saúde, haja 92 consultórios.

MINISTRO DA SAÚDE ESTEVE PRESENTE NA CERIMÓNIA

Citando a Presidente da Federação Mundial da Saúde Oral, Kathryn Kell, na cerimónia, Adalberto Campos Fernandes afirmou que Portugal está «a dar o passo que faltava para entrar definitivamente no primeiro ranking de países que cuidam da saúde global das pessoas, não apenas numa ótica estritamente curativa, mas também preventiva e cobrindo uma área tão importante como a saúde oral».

O Ministro sublinhou ainda o trabalho feito pelas comunidades locais e pelos autarcas na construção desta medida, que, afirmou, permite ter «um programa de saúde oral mais ambicioso».

«É também um sinal muito positivo da descentralização, é um casamento de oportunidades, é uma aliança virtuosa entre o poder central e o poder local, onde juntamos esforços», acrescentou, assumindo a vontade do Governo de aprofundar estas parcerias.

«Assumimos hoje aqui que a nossa vontade é aprofundar as parcerias público-público entre o poder local e o poder central, chamando à colaboração, sempre que necessário, outros sectores, como o social ou privado, mas o SNS defende-se nesta linha, lutando todos os dias contra as dificuldades, que são imensas», frisou.

Fonte: sns.gov.pt

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