Sátão: O contrato tinha prazo de 30, porém, 120 dias depois, ruas das Vigárias continuam em terra batida

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O contrato assinado por Paulo Santos a 22 de dezembro, por ajuste direto com a empresa Embeiral, por 145.495,80 euros acrescidos de IVA à taxa legal em vigor, tinha um prazo de execução de 30 dias, porém, volvidos que são 120 dias as obras continuam por concluir estando a causar os maiores incómodos aos moradores.

Falamos da pavimentação das ruas da urbanização da Quinta das Vigárias, em Sátão, que continuam, muitas delas por pavimentar, portanto em terra batida, o que causa um enorme transtorno a todos os moradores, utilizando, alguns deles a ironia para se referirem ao assunto, como é o caso de Rui Pina que através da rede social de Facebook escreveu “à espera que passe o rally de Portugal (em terra batida) para alcatroarem a rua. Obrigado Câmara Municipal de Sátão…”.

Refira-se que na reunião desta sexta-feira, 27 de abril, da Assembleia Municipal de Sátão, o assunto também foi levantado por António José Carvalho, do grupo de cidadãos Pela Nossa Terra, presidente da junta de Sátão, ao que o presidente da câmara, Paulo Santos, respondeu que a partir de 7 de maio as obras seriam retomadas, tendo justificado o atraso com o tempo chuvoso.

Recorde-se que esta situação do asfaltamento dos arruamentos da Quinta das Vigárias já havia sido tratada pelo nosso jornal em duas publicações, uma em que se deu conta do ajuste direto, em 5 de janeiro, e outra, em 1 de dezembro, em que um leitor (J.A.) enviou para o nosso jornal um texto a questionar o asfaltamento.

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