Sernancelhe | Entrevista a Armando Mateus, sobre o Ser+Cultura Fusion de 1 a 5 de agosto.

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Armando Mateus, vereador da cultura da câmara de Sernancelhe.

Entrevista a Armando Mateus, vereador da cultura da C.M. Sernancelhe (*)

Aqui deixamos as suas respostas e a certeza de que este programa faz crescer “água na boca”… [sobre este evento ver Dão e Demo AQUI].

RD: O que é o Ser+ Cultura Fusion?

AM: É um Festival de Verão realizado essencialmente no exterior, no Centro Histórico da vila de Sernancelhe, com o intuito principal de revitalizar este núcleo primicial da nossa terra. Neste Festival e em sete palcos diferentemente colocados proporcionar-se-á uma diversificada agenda de eventos lúdico-culturais.

RD: Que tipo de eventos?

AM: Da música ao teatro, trilha-se um vasto percurso por exposições, street art, literatura, multimédia e gastronomia.

RD: E temporalmente?

AM: Este Festival decorre durante cinco dias, de 1 a 5 de Agosto.

“Tem como cabeças de cartaz duas figuras de renome internacional: Mariza e os D.A.M.A.”

RD: Cabeças de cartaz?

AM: Tem como cabeças de cartaz duas figuras de renome internacional. Mariza e os D.A.M.A., os quais, numa espectacularidade mais intimista, irão actuar, por questões acústicas e logísticas, no Expo Salão onde criámos atmosferas diferenciadoras, tais como um ambiente de “noite-Verão-disco” ao qual associaremos, na área envolvente, espectáculos de rua, num cenário inovador de fruição do espaço e do evento a decorrer, em simultâneo. A noite, o ar livre, a música e um acolhimento muito motivador…

RD: E no Centro Histórico?

AM: No Centro Histórico a oferta é mais diferenciada e a intenção é proporcionar uma interacção espácio-cultural mais levada ao pormenor como, por exemplo, jazz, blues, pop-rock, folclore, música tradicional portuguesa… numa fusão estimulante e harmoniosa no âmbito musical e a interagir com o teatro, a literatura, a street art, o multimédia.

RD: Um pouco de história…

AM: Este evento foi criado em 2014 e, ano após ano, na sua vitalidade, ele próprio nos tem sugerido alternativas e motivado para uma dinâmica criativa evolutiva. O evento de 2014, mantendo a matriz deste de 2018, apresentar-se-á – fruto da experiência colhida – mais enriquecido temporalmente, bem distribuído e diferenciado. Cá esperamos os leitores da rua Direita!

(*) Entrevista publicada por Rua Direita que aqui reproduzimos.

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