Sim ou não ao Centro Oncológico e ampliação das urgências em Viseu? Hélder Amaral questiona Governo.

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O deputado do CDS-PP Hélder Amaral dirigiu, nesta sexta-feira, dia 1 de março, duas perguntas à Ministra da Saúde relacionadas com dois assuntos que andam na agenda do dia dos viseenses nos últimos anos: o centro oncológico e a ampliação das urgências.

Na primeira, Hélder Amaral quer “confirmação do abandono do projeto de instalação de um Centro Oncológico no Centro Hospitalar Tondela-Viseu e questiona qual o motivo”, refere o CDS através de nota à comunicação social.

Na segunda, o deputado do CDS-PP reincide no “pedido de confirmação por parte da Ministra de que o projeto de ampliação do Serviço de Urgência do Hospital de São Teotónio, em Viseu, ainda não avançou por falta de visto do Tribunal de Contas, questiona que diligências já tomou a tutela no sentido de procurar agilizar o processo de resposta para uma obra que se considera urgente e necessária, e quer saber se é verdade que, para além da falta de visto do TC, devido a uma alteração do financiamento do FEDER foi necessário fazer a reprogramação das obras para 2019/2021”, refere o CDS.

Note-se,  diz o CDS, “que a 4 de janeiro p.p. Hélder Amaral questionou a Ministra da Saúde sobre as urgências do Hospital de São Teotónio, não tendo, até à data, e ultrapassado o prazo legal, obtido qualquer resposta. Esta semana soube-se que devido a uma alteração do financiamento do FEDER foi necessário fazer a reprogramação das obras para 2019/2021. O projeto de ampliação do Hospital de São Teotónio, em Viseu, foi aprovado há quatro anos, mas, apesar da manifesta necessidade, ainda não avançou porque continua a aguardar financiamento”.

O CDS refere, igualmente que “também nos últimos dias são várias as notícias sobre o eventual abandono do projeto do Centro Oncológico de Viseu”.

“O Centro Hospitalar Tondela-Viseu é uma instituição de saúde de referência na Região Centro, sendo que serve ainda uma parte de municípios que, integrando o distrito de Viseu, estão ligados à Região Norte”, acrescentam os centristas que prosseguem referindo que “aquele Centro Hospitalar (que serve uma população de mais de 266 mil habitantes) sendo uma unidade central tem, necessariamente, que ser dotado de uma série de recursos técnicos e humanos que lhe permitam responder às exigências”.

Finalmente o CDS refere que “ao longo dos últimos anos, sucessivos estudos confirmaram que seria positivo avançar-se com a criação de uma unidade de radioterapia no CHTV. Isto permitiria acesso, e um benefício clínico, para muitos que pela natureza do seu estado de saúde sentem dificuldades nas deslocações para outras unidades de saúde, com aquela valência”.

E conclui: “Para lá de este investimento ter um consenso alargado em toda a região, seria de esperar que um Centro Hospitalar com indicadores de excelência a nível nacional, e com uma recomendação feita num estudo de 2012 pela Entidade Reguladora da Saúde, pudesse ser o escolhido para a localização do investimento”.

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