Só o marketing bastará?

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Carlos Cunha: Colaborador Dão e Demo

Por: Carlos Cunha

Quem acompanha nos últimos 5/6 anos a atualidade política viseense, apercebe-se que há uma mudança na estratégia política da edilidade, que de há três anos a esta parte tem vindo a apostar forte em eventos sonantes destinados à promoção do território.

Esta promoção assenta numa sólida campanha de marketing territorial, que visa atrair turistas, visitantes e investidores.

No entanto, para que esta estratégia vingue, o território terá de ter as condições infraestruturais fundamentais, pelo que me parece, esta é uma matéria na qual ainda há muito a pedalar, nomeadamente no que à captação e armazenamento da água diz respeito.

“Na verdade, esta estratégia de promoção do território surge agora como a tábua de salvação, se nos lembrarmos que a captação de investimento empresarial ficou aquém das expectativas iniciais”

Na verdade, esta estratégia de promoção do território surge agora como a tábua de salvação, se nos lembrarmos que a captação de investimento empresarial ficou aquém das expectativas iniciais ou se nos recordarmos ainda do grande objetivo deste executivo que versava a elevação do Centro Histórico a património mundial da humanidade. Pelos vistos esta será uma empreitada que, ao ritmo a que vai, levará bem mais do que os 8 anos inicialmente previstos. Neste ponto, seria importante auscultar o coordenador desta importante missão, o prestigiado professor Raimundo Mendes da Silva, no entanto, a imprensa local estará certamente mais preocupada em saber se os aviões da Air Race 2019 irão ou não fazer acrobacias sobre o Pavia.

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