Talude sul do cemitério de Sátão com deslizamentos de terras e sem qualquer limpeza

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Fotografia do talude sul do cemitério onde se pode ver a derrocada de terra e ainda os pinheiros sobre as garagens.

Os proprietários e moradores do prédio existente na rua Manuel de Oliveira, localizado junto ao cemitério de Sátão, apresentaram na câmara municipal de Sátão uma queixa quanto à requalificação do espaço envolvente do prédio, nomeadamente no seu alçado posterior.

A causa para tal reclamação, a que chamaram de “requalificação da rua Manuel de Oliveira”, prendeu-se com o facto de aquele espaço estar numa das “das ruas principais” e estar num “estado vergonhoso” o que “não dignifica a autarquia nem os satenses”.

Para além disso, os signatários dessa carta dirigida à autarquia, a que Dão e Demo teve acesso, facultada por um dos moradores, acrescentam que o espaço pode “favorecer incêndios e a criação de bicharada” e devido ao facto de a terra ser xistosa e “em plano inclinado, facilita as derrocadas”, podendo, inclusivamente, “os pinheiros ali existentes cair sobre as garagens e atingir as pessoas”.

Fotografia tirada da esquina do cemitério, onde se inicia derrocada.

Os reclamantes ilustraram esta reclamação com um conjunto de fotografias do local.

Na reunião de câmara em que o assunto foi discutido a situação não mereceu atendimento por parte da câmara, sustentando o presidente, que havia respondido aos reclamantes antes mesmo da reunião, que o espaço em causa é pertença dos condóminos, nunca tendo sido recebido pela autarquia.

Esta situação mereceu um reparo por parte do vereador Acácio Pinto, do grupo de cidadão Pela Nossa Terra, que “lamentou o facto de estarmos perante tal situação, que não dignifica urbanisticamente o Sátão, com a agravante de o talude contíguo ao cemitério, densamente ocupado por pinheiros bravos, apresentar deslizamentos o que pode vir a causar problemas neste equipamento municipal”, conforme pode ler-se na página deste grupo de cidadãos no facebook, que acrescentou ainda que “se o loteamento foi aprovado pela câmara, se o prédio foi licenciado pela câmara e se as pessoas ali habitam, merecem que a autarquia, não feche os olhos e encontre uma solução, rapidamente, para este problema”.

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