Teatro do Montemuro leva “Exploradores da Serra” a Sátão, Mangualde e Vila Nova de Paiva

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Teatro Regional da Serra do Montemuro

Integrado na Rede Cultural Viseu Dão Lafões, Sátão, Mangualde e Vila Nova de Paiva recebem nos próximos dias 21, 25 e 28 de julho, respetivamente, às 21h45, Sátão e Vila Nova, e às 22:00, Mangualde, o espetáculo de teatro de rua “Exploradores da Serra”, do Teatro Regional da Serra do Montemuro. Refira-se que este espetáculo foi foi levado à cena em Aguiar da Beira a 8 de julho.

Recorde-se que o grupo de Teatro Regional da Serra do Montemuro está sediado na aldeia de Campo Benfeito, no concelho de Castro Daire, e é um grupo que já leva algumas décadas de dedicação ao teatro percorrendo permanente o país, onde leva as suas produções.

Breve sinopse de “Exploradores da Serra”

Eis o texto que a Rede Cultural Viseu Dão Lafões publica no seu site sobre este espetáculo:

«Um grupo de uma aldeia serrana visita a cidade para levar pessoas de volta para a sua aldeia, porque na serra há cada vez menos gente, quase ao ponto da desertificação. A Aldeia chama-se Manta Comprida. Os serranos chamam-se: Abel Pinga-Amor, Beatriz Trovoada, Eduardo Bom Pastor, Leonor Carne Assada, Paulo Feijoca e Manel Fala-Fala.

Se não fosse a implementação das torres eólicas no alto da serra, nunca se teria quebrado o enguiço de uma pequena aldeia de Montemuro: séculos e séculos de completo isolamento, que provocaram uma forma singular de viver. O fechamento ao exterior, o cruzamento dentro da própria comunidade, a forte presença de um animismo ancestral determinaram pequenas diferenças, por exemplo, linguísticas e até genéticas (em Manta Comprida, todos os 9 habitantes são coxos e um pouco estranhos da cabeça).

Mas o vento trouxe dinheiro e o dinheiro trouxe novas possibilidades. A gente de Manta Comprida invade a cidade para conseguir aliciar novos habitantes que venham viver para aldeia. Se o conseguirá ou não, depende só da disponibilidade do público, porque viver na aldeia é muito bonito, mas hoje em dia, por estranhos inexplicáveis motivos, ninguém quer ir para lá viver.»

Ficha Artística e Técnica 
Texto e Encenação de José Carretas Cenografia e Figurinos de Ana Limpinho Direção Musical de Ana Bento
Interpretação de Abel Duarte, Beatriz Wellenkamp, Eduardo Correia, Leonor WellenKamp, Manuel Brásio e Paulo Duarte
Construção de Cenários e Adereços Carlos Cal e Maria da Conceição Almeida
Costureiras Capuchinhas crl e Maria do Carmo Félix
Desenho de Luz Paulo Duarte
Direção de Cena Abel Duarte
Direção de Comunicação e Produção Paula Teixeira

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