Vinho estimula mais o cérebro do que a música ou a matemática

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(Foto: Pixabay)

Podemos dizer que esta é uma das principais conclusões que se pode retirar do livro de Gordon Shepherd, “Neuroenology: How the Brain Creates the Taste of Wine”, a de que beber vinho estimula mais o cérebro do que ouvir música ou resolver equações matemáticas, como refere, por exemplo, o Independent a propósito deste livro.

Falamos de um livro de 2016 e que pode ser encontrado, em versão inglesa, na Amazon. Ali refere-se, na sinopse do livro, que o autor apresenta “a surpreendente descoberta de que o cérebro cria o sabor do vinho e criar o sabor do vinho envolve mais o cérebro do que qualquer outro comportamento humano”.

A sinopse do livro refere ainda que para entender a experiência sensorial do vinho o autor se baseia em investigação das neurociências, da fisiologia humana ou da enologia.

E a propósito deste livro foram vários os artigos que se foram publicando nos últimos tempos e que dão conta das conclusões a que Gordon Shepherd, professor em Yale, chegou e a que se podem encontrar com uma rápida pesquisa no Google.

No fundo, o autor explica como é que o cérebro chega ao sabor do vinho. E esse é um processo complexo. O vinho não se coloca apenas na boca, é necessário movê-lo na boca para se decifrar o seu verdadeiro sabor. Mas para além disso ainda há que ter em conta a forma como o nariz responde ao aroma do vinho. E é este processamento de informação e de construção de um sabor que é considerado um ato complexo e estimulante para o cérebro, “mais do que qualquer outro comportamento humano”.

Mas para que este processo tenha as características referidas torna-se necessário que se saboreie o vinho, bebendo-o devagar e em pequenas quantidades para não saturar o organismo.

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