Viseu | Chegaram ao fim Jardins Efémeros 2018, com necessidade de mais financiamento

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Foto: Rafael Farias - Facebook Jardins Efémeros 2018.

A edição 2018 dos Jardins Efémeros chegou ao fim. Depois de cinco dias de programação diversificada, de 6 a 10 de julho, é hora de fazer o balanço.

E é aí que Sandra Oliveira, a promotora da iniciativa, que faz um balanço positivo, sem esconder que “não se fazem omeletes sem ovos” refere, ao Jornal do Centro, que este ano, finalmente se conseguiu aquilo que desde 2011 se procurava, que foi “democratizar a arte contemporânea e as artes de vanguarda e que elas estivessem acessíveis a todas as pessoas”.

E é por isso que Sandra Oliveira, ainda segundo o mesmo jornal, entende que deve haver um maior envolvimento das entidades oficiais, referindo que ainda não falou “com o presidente da Câmara nem com a própria Câmara Municipal, mas acho que há vontade de que eles continuem” pois sabem o valor do projeto.

Almeida Henriques diz que Governo também devia apoiar Jardins Efémeros

Já Almeida Henriques, presidente da Câmara de Viseu, sublinha que este evento custa à autarquia 125 mil euros e que “estes eventos não podem viver só do apoio do município, têm de ter a capacidade para procurar novos apoios” e sugeriu mesmo “que os Jardins sejam também apoiados pelo Governo” referindo-se a dois secretários de estado de Viseu, Rosa Monteiro e João Paulo Rebelo, como elementos que se devem chegar à frente, segundo o Jornal do Centro, rematando que “quem se quer passear na passadeira, também tem de pagar a conta”.

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