Viseu | Vereadores do PS querem maior envolvimento entre a Câmara e o Instituto Politécnico

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Vista aéreea Instituto Politécnico de Viseu (Foto: IPV)

Começando por referir o impacto direto que o Instituto Politécnico de Viseu (IPV) tem na economia, “superior a 26 milhões de euros” e um “impacto total próximo dos 50 milhões de euros”, os vereadores do PS querem que a câmara de Viseu tenha uma maior “interação institucional” com o IPV à semelhança do que se passa em outros municípios.

Os vereadores socialistas, Lúcia Araújo Silva, Pedro Baila Antunes e Isabel Júlio, começam por referir que “o Instituto Politécnico de Viseu (IPV), independentemente da sua missão ao nível da formação superior, ciência e de desenvolvimento tecnológico em estreita ligação com as empresas e organismos públicos, tem um impacto muito significativo para a dinamização da economia local, a criação de emprego e a atração e fixação de pessoas do Concelho e da região. Recentemente foi publicado o estudo “O Impacto Económicos dos Institutos Superiores Politécnicos em Portugal. O IPV tem impacto direto na economia superior a 26 milhões de euros, devendo ter um impacto total próximo dos 50 milhões de euros. Por cada euro investido pelo Estado é gerada uma atividade económica de 2,64€. O IPV é também o quarto empregador entre os concelhos de Viseu e Lamego”.

De seguida os vereadores do PS, no executivo municipal, acrescentam que “ainda assim, para o PS, continua a parecer verificar-se algum alheamento da CMV face a esta realidade e à dimensão e dinâmica formativa e científica do IPV”.

Reconhecem algumas parcerias, ao referirem “é certo que foram estalecidas algumas parcerias para a atração e desenvolvimento de empresas tecnológicas” e que “a CMV encomenda pontualmente alguns estudos ao IPV”, para além do estabelecimento de “diversos protocolos correntes”, porém os socialistas referem que “noutros Municípios assiste-se a uma maior interação institucional e promoção das respetivas instituições de ensino superior”.

Os socialistas exemplificam, na nota divulgada à comunicação social, com “a criação do Parque Tecnológico “Brigantia EcoPark” que tem como membros fundadores, entre outros, o Município de Bragança e o Instituto Politécnico de Bragança”.

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